"Duplas Sertanejas"
- Cezar e Paulinho
- Diego e Ricardo
- Edson e Hudson
- Eduardo Costa
- Eric e Leo
- Fábio e Fernando
- Fernando e Sorocaba
- Gabriel e Santiago
- Guilherme e Giulliano
- Henrique e Vinícius
- Hermes Prada
- Jads e Jadson
- Jales e Joelson
- João Neto e Frederico
- Jorge e Mateus
- Léo e Gabriel
- Léo Magalhães
- Ludi e Rafa
- Luna
- Marcos e Belutti
- Marcos e Vinícius
- Maria Cecília e Rodolfo
- Ney e Anderson
- Paula Fernandes
- Pedro e Thiago
- Pedro Paulo e Matheus
- Rene e Ronaldo
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- Robério e Rogério
- Roger e Robson
- Roger e Rogério
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- Sérgio e Serginho
- Sérgio Reis
- Thiago e Donizeti
- Tom e Arnaldo
- Tuta Guedes
- Ulisses e Moisés
- Victor e Leo
- Vitor e Vitória
- Vitor Hugo e Daniel
- Zé Henrique e Gabriel
Fãs do Diário Sertanejo
Agricultores agroecológicos apresentam bons resultados
A pesquisadora Mônica de Brito, do Departamento de Geografia da Universidade Federal Fluminense (UFF), avalia que os agricultores agroecológicos vem apresentando bons resultados que devem ser compartilhados. A Agroecologia faz a integração entre a agricultura familiar e o meio ambiente. E, mais visibilidade aos projetos garantiria a continuidade, multiplicação dos resultados e recuperação dos passivos ambientais.
A pesquisadora identificou cerca de 150 agricultores com potencial agroecológico em cada uma das seis regiões fluminenses. Conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Estado tem 25 mil agricultores familiares, porém nem todos são ecológicos."Esses trabalhadores rurais alimentam a família, recuperam nascentes e sementes, não estão endividados em bancos por conta de pacotes que os levam ao uso de veneno. Então, apesar de simples nesse contexto, eles têm potencial para a gente pensar a agricultura em bases agroecológicas”.
Cerca de 400 agricultores familiares participam do 2° Encontro de Agroecologia do Estado do Rio de Janeiro, no Campus de Seropédica, da UFF. No evento, serão compartilhadas experiências a fim de ampliar a rede de agroecologia.
Mais informações sobre o encontro:
Juvenal (27) 9976-5147 (Campos dos Goytacazes)
Thiago Michelini (22) 8811-5943 (Casimiro de Abreu)
Marcio Mendonça (21) 9941-5462 (Rio de Janeiro)
Fabio Reis (24) 9855-9878 (Paraty)
Alexandre Gollo (22) 9209-8625 (Rio de Janeiro)
Parecer da AGU restringe compra de terras por estrangeiros
O Estado de S. PauloPor Felipe Recondo, Renato Andrade.
O governo tem pronto o parecer da Advocacia-Geral da União (AGU) que vai restringir a compra de terras no Brasil por empresas nacionais controladas por estrangeiros. O texto retoma as limitações impostas por uma lei de 1971, cuja aplicação foi afastada pela própria AGU em 1994.
Dúvida, no texto levado à aprovação de Lula, é se proibição deve valer também para as compras já realizadas.
LEIA MAIS
China compra terras no Brasil
O Estado de S. Paulo / EditorialO ex-ministro Antônio Delfim Netto tem razão quando recomenda cuidado com as vendas de terras a empresas da China, controladas pelo Estado ou com participação estatal
O ex-ministro Antônio Delfim Netto tem razão quando recomenda cuidado com as vendas de terras a empresas da China, controladas pelo Estado ou com participação estatal. Investimentos estrangeiros são de modo geral bem-vindos e podem trazer contribuições importantes ao crescimento do País. Grupos estrangeiros podem fazer bons negócios e ao mesmo tempo fortalecer a economia brasileira com recursos adicionais e, ocasionalmente, com aporte de tecnologia. Mas os "negócios" mudam de sentido quando o investimento é subordinado a razões estratégicas de um Estado estrangeiro. No caso de recursos naturais, e de terras para a agropecuária, avaliar corretamente essa estratégia é uma questão de segurança.
SAIBA MAIS
Posição do Ecad sobre alterações na lei de Direitos Autorais
O Ministério da Cultura (MinC) propôs, através de anteprojeto de lei, alterações na lei de direitos autorais em vigor. Este anteprojeto está disponível para consulta pública no site do Ministério, onde qualquer pessoa pode manifestar sua opinião sobre esse assunto.
A lei autoral atual possui somente doze anos e é resultado de dez anos de negociações entre a classe artística e o Governo, tendo sido aprovada pelo Congresso Nacional após a consolidação de todas as sugestões feitas pelas partes interessadas.
O anteprojeto proposto pelo Ministério da Cultura traz grandes prejuízos aos autores. Conheça o posicionamento do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad) sobre as mudanças na lei autoral que estão sendo propostas pelo MinC.
A lei autoral atual possui somente doze anos e é resultado de dez anos de negociações entre a classe artística e o Governo, tendo sido aprovada pelo Congresso Nacional após a consolidação de todas as sugestões feitas pelas partes interessadas.
O anteprojeto proposto pelo Ministério da Cultura traz grandes prejuízos aos autores. Conheça o posicionamento do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad) sobre as mudanças na lei autoral que estão sendo propostas pelo MinC.
DVD de Hugo Pena e Gabriel traz diretor 'Global'
Fonte: SUCESSO e-mailingA gravação do próximo DVD da dupla Hugo Pena e Gabriel, marcada para o final de agosto, terá o chamado "padrão global" de qualidade. O novo projeto dos artistas paranaenses terá a produção de Aloysio Legey.
Depois de Maringá e Colorado, ambas no Paraná, chegou a vez de Curitiba receber a gravação de um DVD da dupla. Hugo Pena e Gabriel se apresentarão no Estação Embratel Convention Center, nos dias 25 e 26 (quarta e quinta). Os dois shows servirão de base para o DVD, que contará no repertório com diversas canções inéditas e os sucessos "Vou Te Amar (Cigana)”, "Mala Pronta" e "Robin Hood da Paixão", entre outros.
O terceiro DVD de Hugo Pena e Gabriel provavelmente contará com alguns convidados. Entre eles, segundo informações de alguns sites, Zezé Di Camargo e Luciano e o grupo Calcinha Preta. Porém, a assessoria de imprensa da dupla, em conversa por telefone com a reportagem de SUCESSO e-mailing, preferiu ainda não confirmar oficialmente nenhuma participação especial
Venda de filhotes é proibida em pelo menos 35 cidades dos EUA
Fonte: AndaPet shops de pelo menos 35 cidades dos EUA atenderam aos pedidos de grupos pelos animais e baniram a venda de filhotes, conscientizando possíveis compradores a respeito da adoção. De acordo com matéria publicada no site da UPI, centenas de donos de comércios da nação já pararam de vender animais e algumas cidades estão proibindo, por lei, a venda de cães, gatos e outros bichos pequenos.
O apelo por “pet shops amigas dos animais” foi promovido pela Humane Society dos Estados Unidos, a maior organização americana de proteção animal.
“Essas lojas dão um exemplo positivo de responsabilidade que outras empresas deveriam seguir”, disse a diretora da campanha antifábrica de filhotes da HSUS Stephanie Shain. “Pet shops que se beneficiam da indústria cruel de filhotes precisam fazer a coisa certa e parar de vender animais. Abrigos do país todo estão lotados de animais que precisam de um lar.”
Esse mês, a Câmara da cidade de West Hollywood votou de forma unânime para banir a venda de gatinhos e cachorrinhos, enquanto a cidade de São Francisco está debatendoa questão em um nível muito mais abrangente.
Em West Hollywood, Califórnia, que em 2002 mudou a lei municipal para referir-se a cães e gatos como companheiros e não pets, as lojas terão autorização para vender animais de abrigos do sul do estado, mas não animais vindos de criadouros comerciais.
Já São Francisco propôs uma lei que tornaria ilegal a venda de qualquer animal.
“As pessoas compram animais pequenos no impulso, sem saber onde estão se metendo, e os animais acabam em abrigos, sendo frequentemente sacrificados”, disse a congressista Sally Stephens. “É isso que queremos abolir.”
Críticos dizem que a lei de São Francisco vai além do apelo para acabar com fábricas de filhotes e exploração animal. Alguns dizem que deveria existir um período para o possível consumidor pensar antes de adotar um animal, evitando o impulso do momento. Outros dizem ainda que proibir a venda de animais irá apenas criar um mercado negro na área.
São poucas as lojas que ainda vendem animais e o hamster é a maior vítima das compras por impulso. Não existem grupos de resgate para hamsters e quase todos os roedores rejeitados acabam sacrificados.
“É definitivamente uma preocupação”, disse Rebeca Katz, diretora da San Francisco Animal Care and Control.
Não existem argumentos a favor de fábricas de filhotes, que criam milhões de animais por ano em condições chocantes e cruéis, sendo que muitos desenvolvem problemas psicológicos sérios ou danos permanentes à saúde. Animais de criadouros são abusados e abandonados quando ficam velhos ou “menos ativos”, e os filhotes crescem em pequenas gaiolas ou canis sem oportunidade de socialização ou contato com humanos.
A Humane Society diz que de três a nove mil pet shops vendem filhotes, principalmente por meio de websites atraentes.
“As pessoas vêm um filhotinho fofo numa gaiolinha, mas não veem onde ele foi criado e as condições degradantes em que seus pais vivem”, disse Kim O’Brien, sócio da Uppity Puppy de Oakland, Michigan.
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