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Cultura do girassol é apresentada em Congresso na PB

Girassol com aptidão para alimentos e biodiesel foi um dos temas de minicurso nesta segunda (7), no IV Congresso Brasileiro de Mamona e o no Simpósio Internacional de Oleaginosas Energéticas, que acontecem em João Pessoa, Paraíba.

No curso “Avanços tecnológicos na cultura do girassol“, o pesquisador da Embrapa Soja, Sérgio Luiz Gonçalves, explicou as características do girassol e perspectivas de cultivo. “Os congressistas poderão saber questões como clima e zoneamento, colheita e uso do girassol em sistemas agrícolas, além de manejo em termos de doenças, pragas, controle de plantas daninhas e nutrição”, diz.

Na oportunidade, o pesquisador da Empresa do RN (Emparn), Marcelo Lira, destacou que a pesquisa em rede de girassol no Nordeste foca a identificação de materiais promissores para a produção de biodiesel. Lira chama a atenção que a cultura do girassol para o Nordeste também pode ser usada como planta forrageira, devido à região ser carente de materiais com maior tolerância à seca. De acordo com os pesquisadores os materiais da Embrapa, o hibrido BRS321 e a variedade BRS324, lançados em maio deste ano, estarão disponíveis no mercado a partir de 2011. “Esses materiais têm ciclo de produção precoce com possibilidade de plantio em todo Brasil”, afirma Luiz Gonçalves.

Alem desse, outros 5 mini-cursos foram ministrados para 400 produtores, estudantes, empresários, pesquisadores e técnicos de diversos locais do Pais.

Mais informações: Odilon Reny (83) 99520579

Balde cheio eleva produtividade de leite em até 15 vezes

Projeto da Embrapa Pecuária Sudeste já está em mais de 20 Estados brasileiros

Por: Nivea Schunk


No final da década de 1990, o baixo desempenho econômico nas pequenas propriedades leiteiras do país inspirou a elaboração de um projeto de transferência tecnológica para atender esses pecuaristas. Coordenado pela Embrapa Pecuária Sudeste, o “Balde Cheio”, inicialmente implantado na cidade de São Carlos, interior de São Paulo, hoje já está beneficiando cerca de quatro mil famílias e aumentando a renda em 21 Estados da federação.

LEIA MAIS: Portal Dia de Campo

Embrapa apoia campanha de ONG que recupera animais abandonados

Por Irene Lôbo / Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia

Oito gatos que viviam nas dependências da Unidade já foram encaminhados ao Vale Jerivá, que hospeda animais doentes e abandonados. Local carece de infraestrutura e ajuda financeira


No coração e na propriedade rural do engenheiro mecânico Roberto Renner, 44 anos, sempre cabe mais um animalzinho abandonado, doente ou simplesmente sem lar. E foi para lá que alguns gatos que viviam nas dependências da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, uma das 43 unidades de pesquisa da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, foram encaminhados na última semana.

O local se chama Vale Jerivá, um terreno com 110 hectares na área rural de Brazlândia. De início, o terreno serviria para o desfrute da família nos momentos de descanso. Mas no dia em que chegou na chácara, Roberto encontrou uma cadela com vários filhotes deitada dentro de um dos galpões. Ele resolveu adotá-la, e, a partir desse dia, vários outros animais, entre cães, gatos, cavalos e até patos surgiram na porteira da chácara. E ele acolheu todos, inclusive os gatinhos que viviam na Unidade da Embrapa.

Desde 2003, já passaram por lá mais de 700 animais. Hoje são cerca de 200, sendo a maioria cães. Em comum, há histórias de maus-tratos, doenças e abandono. Animais com o olho furado, sem uma das patas, vítimas de atropelamento, entre outros. “Chegam vários animais à beira da morte que nos olham nos olhos como se fôssemos sua única chance de sobreviver”, conta Roberto.

Atualmente, não há nenhum animal doente, pois assim que chegam ao Vale Jerivá eles são limpos, vermifugados, castrados e medicados. Mas manter a vocação de “São Francisco” e cuidar tão bem desses bichinhos não custa barato, explica Roberto. As despesas variam entre ração, medicamentos, infraestrutura, clínicas, transporte, pessoal, limpeza e os custos chegam a R$ 15 mil fixos por mês. A ajuda recebida de terceiros só chega a 10% desse total.

“Cada animal que chega custa no mínimo R$ 250, que é o valor da castração, com internação, vacinação e vermifugação”, conta. Além disso, a infraestrutura no local é precária, principalmente o abrigo dos cachorros, separados em castrados e não castrados. Há ainda três pit-bulls que ficam amarrados em árvores para não brigarem com outros cães. O espaço para os gatos está um pouco melhor, mas também carece de melhorias. Os bichanos são separados em filhotes, fêmeas e machos. E os cavalos ficam soltos pela propriedade.

Instituto - Com o objetivo de conseguir parcerias para ajudar a cuidar desses animais e incentivar a sua adoção, Roberto criou, em 2008, o Instituto Meio Ambiente e Vida Animal. Recentemente, o Instituto fez uma parceria com o Abrigo Augusto, em Luziânia, de forma a reduzir custos e melhorar o atendimento e a manutenção dos animais. A Universidade de Brasília (UnB), a Zoonoses, a Secretaria de Agricultura, que recolhe os cavalos na rua, e o Ibama também são parceiros. Ainda assim, pode-se dizer que a situação do Vale Jerivá é precária e emergencial.

“A questão financeira é primordial. Às vezes as pessoas querem doar ração, por exemplo, mas eu compro bem mais barato, direto do fornecedor. Então as doações em dinheiro são mais eficazes”, afirma.

Adoção – A maioria dos animais do Vale Jerivá está disponível para adoção, mas pouquíssimos ganham um novo lar. E, segundo Roberto, somente cães são adotados, nunca os gatos ou cavalos.

Há algumas regras para quem quiser levar um animalzinho para casa. “Não doamos para fazendas e chácaras, onde sabemos que os animais ficarão soltos e não serão bem cuidados. Quem pretende adotar também deve demonstrar que tem condições de cuidar bem do animal. Por exemplo, quem quiser adotar um gato e morar em apartamento, precisa colocar tela de proteção nas janelas, senão eles pulam”, explica Roberto.

Outra possibilidade para quem não quiser adotar é apadrinhar um animal. “Só peço que as pessoas não comprem animais, não alimentem esse mercado, e se informem melhor sobre o que envolve ter um animal, para que eles não sejam abandonados depois”, diz.

Visitas ao Vale Jerivá – Há pouco tempo o Vale Jerivá, localizado na Área de Proteção Ambiental da Cafuringa, em Brazlândia, estava aberto aos visitantes. “Mas depois que algumas pessoas simplesmente largaram animais na porta da chácara decidimos não aceitar mais os grupos que faziam caminhadas ecológicas”, conta. Mas quem quiser ajudar os animais ou adotá-los pode ir até o local, é só se comunicar antes com o Roberto.

Quem quiser ajudar pode escrever para e-mail@imava.org.br ou fazer um depósito no Banco do Brasil, Ag. 4885-2, C.C. 902.599-5, conta em nome do mantenedor, Roberto Renner.

Atenção vaqueiros: inscrições no concurso da Embrapa vão até 5 de fevereiro

Embrapa abre concurso para os cargos de: PESQUISADOR, ANALISTA e ASSISTENTE CLASSES A e B (apoio administrativo, garçom, tratorista, motorista e bombeiros hidráulico e elétrico) e ASSISTENTE CLASSE C (vaqueiro).


As inscrições serão realizadas pela Internet no site da Embrapa, ou pessoalmente nas

Embrapa lançará portal de TI para agronegócio

A Embrapa Informática Agropecuária, unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária em Campinas (SP), lançará o Portal da Tecnologia da Informação para o Agronegócio.

O serviço apresentará um panorama sobre o mercado de software agropecuário no país com informações sobre as empresas desenvolvedoras e distribuidoras, principais produtos e suas aplicações, softwares disponíveis para uso no campo e principais demandas do agronegócio brasileiro em tecnologia da informação.

No site estarão relacionados softwares produzidos pelas unidades da Embrapa e por empresas privadas para aplicação no agronegócio, distribuídos por categorias, como bases de dados e sistemas de informação, aplicativos para gerenciamento, gestão administrativa e controle agropecuário e cultivo vegetal e manejo animal, entre outros.

O lançamento oficial ocorrerá durante a Feira de Software para o Agronegócio, no dia 17 de setembro, em Campinas. A exposição tecnológica visa a demonstrar softwares desenvolvidos pela Embrapa e pela iniciativa privada.

Mandioca pesquisada pela Embrapa suprirá carência de vitamina A

O melhoramento de uma mandioca, desenvolvido por pesquisadores da Embrapa, vai enriquecer em vitamina "A" a dieta alimentar brasileira.

Trata-se da mandioca "jari" que será lançada durante a III Reunião Anual da Biofostificação no Brasil, em Aracaju (SE). Cultivada com maiores teores de ferro, zinco e betacaroteno, micronutrientes que ajudam a combater a anemia e a hipovitaminose A, carências responsáveis pelos problemas de visão e debilitação do organismo que afetam mais de 2 milhões de pessoas em todo o mundo de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).

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